Não te posso dar jóias,
nem sonhos dourados,
não te posso dar luxos,
presentes sofisticados,
Só te posso dar beijos,
e abraços apertados,
só te posso dar carinho,
e amar-te com emoção,
mas o melhor que te posso dar,
é este terno cantinho,
onde viverás para sempre,
aqui no meu coração.
Poesia, poemas, contos e prosas. Desabafos e pensamentos, angústias e sentimentos. Um pouco de mim....
Novidade
Brevemente, além de leres poderás ouvir os meus poemas e prosas recitados por mim e com fundo musical.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Adeus, passado.
Que me deixem ser livre, que me deixem gritar,
que me deixem voar nas asas da minha razão.
A esse homem que eu fui, eu já não quero voltar,
Quero pegar nos meus sonhos, e de novo sonhar,
conquistar horizontes da minha imaginação.
Já não quero estar preso, num viver tão cinzento,
quero libertar em mim esta vontade louca de ser.
Esse homem triste, tão calado, em sofrimento,
ficará escondido, guardado no pensamento,
porque agora outro homem, em mim quer viver.
Não me façam perguntas, desta minha mudança,
o que me diz respeito, só a mim me importa.
Vivi tempestades, hoje eu vivo a bonança,
encontrei de novo em mim a esperança,
pois duma janela fechada eu abri uma porta.
Há coisas estranhas que o destino nos traz,
Há até improváveis que se tornam verdades.
Por isso de nada serve eu ficar olhando pra trás,
se no fundo eu apenas tenho de ser capaz,
de definir em mim as minhas ambiguidades.
Foram tantos os anos em minha vida sofridos,
desejos silenciados duma espera da morte.
Do passado fico apenas com os filhos paridos,
e com as boas lembranças de momentos vividos,
parto pró resto da vida, buscando outra sorte.
E se porventura no futuro eu chorar novamente,
que essas lágrimas sejam da mais pura alegria.
Porque há pessoas que entram na vida da gente,
que nos lêem a alma, e transformam a mente,
e conseguem em nós uma verdadeira magia.
Estou de malas feitas, já posso então partir.
Despeço-me do passado, do homem que fui outrora.
Existem novos caminhos que eu quero seguir,
e se eu tiver de morrer, então que seja a sorrir,
porque não mais deixarei de ser quem sou agora.
que me deixem voar nas asas da minha razão.
A esse homem que eu fui, eu já não quero voltar,
Quero pegar nos meus sonhos, e de novo sonhar,
conquistar horizontes da minha imaginação.
Já não quero estar preso, num viver tão cinzento,
quero libertar em mim esta vontade louca de ser.
Esse homem triste, tão calado, em sofrimento,
ficará escondido, guardado no pensamento,
porque agora outro homem, em mim quer viver.
Não me façam perguntas, desta minha mudança,
o que me diz respeito, só a mim me importa.
Vivi tempestades, hoje eu vivo a bonança,
encontrei de novo em mim a esperança,
pois duma janela fechada eu abri uma porta.
Há coisas estranhas que o destino nos traz,
Há até improváveis que se tornam verdades.
Por isso de nada serve eu ficar olhando pra trás,
se no fundo eu apenas tenho de ser capaz,
de definir em mim as minhas ambiguidades.
Foram tantos os anos em minha vida sofridos,
desejos silenciados duma espera da morte.
Do passado fico apenas com os filhos paridos,
e com as boas lembranças de momentos vividos,
parto pró resto da vida, buscando outra sorte.
E se porventura no futuro eu chorar novamente,
que essas lágrimas sejam da mais pura alegria.
Porque há pessoas que entram na vida da gente,
que nos lêem a alma, e transformam a mente,
e conseguem em nós uma verdadeira magia.
Estou de malas feitas, já posso então partir.
Despeço-me do passado, do homem que fui outrora.
Existem novos caminhos que eu quero seguir,
e se eu tiver de morrer, então que seja a sorrir,
porque não mais deixarei de ser quem sou agora.
Um simples olhar
É impossível, meu amor, eu esquecer,
o que naquele dia eu vi em teu olhar...
Foi de repente, totalmente, conhecer,
a mulher linda que eu estou a amar.
As palavras jamais dirão o que disseste,
olhando para mim daquela maneira.
Pois nada falaste, e nada fizeste,
mas eu nunca te tive tão inteira.
A ternura e o carinho que eu senti,
nunca me tinha sentido tão desejado.
Em simultâneo no teu olhar eu vi,
a paz tranquila que tanto tens procurado.
Foi como se entrasses bem dentro de mim,
no fundo da alma, no meu profundo ser.
Foi como se esta vida não tivesse fim,
por tanto querermos este amor viver.
Apesar da tua boca nunca dizer que me ama,
mas diz gosto de ti, ou então diz que me adora.
Há dentro de ti algo que eu sei que me chama,
e detesta o momento em que me vou embora.
Esse olhar contou o que não querias contar,
e uma pergunta eu li nesse olhar também.
Porque tu querias perceber e saber explicar,
porque é que ao meu lado te sentes tão bem.
Por muito que eu viva jamais esquecerei,
aquele olhar no teu rosto e a tua expressão.
Posso não saber mais nada, mas uma coisa eu sei,
viverás para sempre dentro do meu coração.
o que naquele dia eu vi em teu olhar...
Foi de repente, totalmente, conhecer,
a mulher linda que eu estou a amar.
As palavras jamais dirão o que disseste,
olhando para mim daquela maneira.
Pois nada falaste, e nada fizeste,
mas eu nunca te tive tão inteira.
A ternura e o carinho que eu senti,
nunca me tinha sentido tão desejado.
Em simultâneo no teu olhar eu vi,
a paz tranquila que tanto tens procurado.
Foi como se entrasses bem dentro de mim,
no fundo da alma, no meu profundo ser.
Foi como se esta vida não tivesse fim,
por tanto querermos este amor viver.
Apesar da tua boca nunca dizer que me ama,
mas diz gosto de ti, ou então diz que me adora.
Há dentro de ti algo que eu sei que me chama,
e detesta o momento em que me vou embora.
Esse olhar contou o que não querias contar,
e uma pergunta eu li nesse olhar também.
Porque tu querias perceber e saber explicar,
porque é que ao meu lado te sentes tão bem.
Por muito que eu viva jamais esquecerei,
aquele olhar no teu rosto e a tua expressão.
Posso não saber mais nada, mas uma coisa eu sei,
viverás para sempre dentro do meu coração.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
O beijo que sacia o desejo
Um beijo, em teus lábios, suavemente,
e depois percorro beijando o teu rosto.
Tranquilo, calmamente,
tomando-lhe o gosto.
Desvio então teu cabelo,
e ternamente te beijo a orelha,
e segredo-te, baixinho,
com palavras de carinho,
que te quero, que te desejo,
e já não chega um beijo,
para eu me satisfazer.
Depois beijo-te o pescoço,
sinto o cheiro da tua pele,
e o meu corpo, no teu eu roço,
e há algo que me impele,
numa louca excitação,
de descer um pouco mais.
Beijo-te os ombros,
minha adorada musa,
e já sem controle
as minhas mãos te despem a blusa.
Beijo-te os braços, dos abraços,
beijo-te as mãos.
Beijo teu ventre, tão doce,
e beijo-te como se fosse,
os últimos beijos que dou.
Depois subo, e sem protesto,
eu tiro-te o resto,
que cobre os teus seios.
Então aí, mil devaneios,
me fazem ficar,
lamber, mordiscar,
apreciando o momento...
Depois desço, novamente,
e sinto-te mais ofegante,
quando minha boca de amante,
te continua a beijar.
Depois páro. Olho teu corpo.
E eu deliro ao ver
como tão linda tu és.
E então, beijo-te os pés,
devagar, com preceito,
naquele louco meu jeito,
de ter prazer a beijar-te.
E beijando-te,
a amar-te,
subo até aos joelhos...
E beijo, beijo mais,
vou beijando mais para cima,
e sinto-te a ficar tão louca,
quando então a minha boca,
te beija onde teu corpo quer...
Eu sinto-te a ficar minha....
Eu sinto-te a ser mulher....
Delicio, em meu prazer,
no prazer que estou a dar-te...
É beijar, é lamber,
é simplesmente amar-te.
E tu sentes como eu gosto,
pela minha excitação...
E depois, num gemido,
o teu corpo já vencido,
rebenta numa explosão.
E eu sorrio, satisfeito,
por esse momento perfeito,
de tão pura emoção.
Olho-te, estás sorrindo,
num olhar tão meigo para mim.
Dou-te um beijo na boca,
deito-me em cima de ti.
E aí, fico mais louco,
e pouco a pouco,
meu corpo entra no teu.
E tu beijas-me com paixão,
nessa tão terna fusão,
de dois seres em complemento...
É tão lindo, o momento,
essa loucura a dois,
que nem interessa o depois,
se amanhã vem a dor....
Ficamos, amamos, dessa maneira,
fazendo amor a noite inteira,
saciando o nosso amor.
e depois percorro beijando o teu rosto.
Tranquilo, calmamente,
tomando-lhe o gosto.
Desvio então teu cabelo,
e ternamente te beijo a orelha,
e segredo-te, baixinho,
com palavras de carinho,
que te quero, que te desejo,
e já não chega um beijo,
para eu me satisfazer.
Depois beijo-te o pescoço,
sinto o cheiro da tua pele,
e o meu corpo, no teu eu roço,
e há algo que me impele,
numa louca excitação,
de descer um pouco mais.
Beijo-te os ombros,
minha adorada musa,
e já sem controle
as minhas mãos te despem a blusa.
Beijo-te os braços, dos abraços,
beijo-te as mãos.
Beijo teu ventre, tão doce,
e beijo-te como se fosse,
os últimos beijos que dou.
Depois subo, e sem protesto,
eu tiro-te o resto,
que cobre os teus seios.
Então aí, mil devaneios,
me fazem ficar,
lamber, mordiscar,
apreciando o momento...
Depois desço, novamente,
e sinto-te mais ofegante,
quando minha boca de amante,
te continua a beijar.
Depois páro. Olho teu corpo.
E eu deliro ao ver
como tão linda tu és.
E então, beijo-te os pés,
devagar, com preceito,
naquele louco meu jeito,
de ter prazer a beijar-te.
E beijando-te,
a amar-te,
subo até aos joelhos...
E beijo, beijo mais,
vou beijando mais para cima,
e sinto-te a ficar tão louca,
quando então a minha boca,
te beija onde teu corpo quer...
Eu sinto-te a ficar minha....
Eu sinto-te a ser mulher....
Delicio, em meu prazer,
no prazer que estou a dar-te...
É beijar, é lamber,
é simplesmente amar-te.
E tu sentes como eu gosto,
pela minha excitação...
E depois, num gemido,
o teu corpo já vencido,
rebenta numa explosão.
E eu sorrio, satisfeito,
por esse momento perfeito,
de tão pura emoção.
Olho-te, estás sorrindo,
num olhar tão meigo para mim.
Dou-te um beijo na boca,
deito-me em cima de ti.
E aí, fico mais louco,
e pouco a pouco,
meu corpo entra no teu.
E tu beijas-me com paixão,
nessa tão terna fusão,
de dois seres em complemento...
É tão lindo, o momento,
essa loucura a dois,
que nem interessa o depois,
se amanhã vem a dor....
Ficamos, amamos, dessa maneira,
fazendo amor a noite inteira,
saciando o nosso amor.
Onde está o meu amor?
Onde está o meu amor?
Que eu procuro e não o vejo....
Está lá longe, atrás do mar,
e eu aqui a esperar,
para matar meu desejo.
Onde está o meu amor?
Essa mulher tão querida....
Está para lá dum oceano,
e eu aqui tão insano,
à espera da minha vida.
Onde está o meu amor?
Esse ser tão fascinante....
Está lá noutro continente,
e eu aqui descontente,
pois não a quero distante.
Onde está o meu amor?
Que eu só oiço sua voz....
Está tão longe, noutro país,
e eu aqui infeliz,
estou sempre a pensar em nós.
Onde está o meu amor?
Essa mulher tão incrível.....
Está do outro lado do mundo,
mas eu sinto bem no fundo,
que nada é impossível.
Onde está o meu amor?
Essa luz que me alumia....
Está lá longe numa aventura,
e eu à espera da ternura,
que me dá tanta alegria.
Onde está o meu amor?
Que eu não a vejo voltar....
Está tão longe, é bem certo,
mas eu sinto-a aqui tão perto,
e não páro de a amar.
Que eu procuro e não o vejo....
Está lá longe, atrás do mar,
e eu aqui a esperar,
para matar meu desejo.
Onde está o meu amor?
Essa mulher tão querida....
Está para lá dum oceano,
e eu aqui tão insano,
à espera da minha vida.
Onde está o meu amor?
Esse ser tão fascinante....
Está lá noutro continente,
e eu aqui descontente,
pois não a quero distante.
Onde está o meu amor?
Que eu só oiço sua voz....
Está tão longe, noutro país,
e eu aqui infeliz,
estou sempre a pensar em nós.
Onde está o meu amor?
Essa mulher tão incrível.....
Está do outro lado do mundo,
mas eu sinto bem no fundo,
que nada é impossível.
Onde está o meu amor?
Essa luz que me alumia....
Está lá longe numa aventura,
e eu à espera da ternura,
que me dá tanta alegria.
Onde está o meu amor?
Que eu não a vejo voltar....
Está tão longe, é bem certo,
mas eu sinto-a aqui tão perto,
e não páro de a amar.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Outrora....
Outrora, o meu tempo não era tempo,
era tempo que sobrava, ao tempo do meu viver.
Agora, o tempo, parece tão pouco,
e sem tempo fico tão louco,
no tempo que estou sem te ver.
Outrora, o meu sorriso já não sorria,
era um riso fingido, sem vontade de sorrir.
Agora, sorrio sem dar por isso,
sorrindo pareço nem ter juízo,
e rio por tudo o que estou a sentir.
Outrora, o meu olhar já nada via,
era um olhar tão vazio, era um ver tão triste.
Agora, vejo em mim este olhar,
e os meus olhos não deixam de brilhar,
por um amor que em mim existe.
Outrora, os sonhos já nem sonhavam,
era um sonhar a medo, sonhar escondido.
Agora, eu sonho até acordado,
sonhando ter-te a meu lado,
e de sonhos eu tenho vivido.
Outrora, eu amava sem ser amado.
era um amor que eu dava, e amor não recebi.
Agora, ando de amor tão faminto,
mas é tanto o amor que eu sinto,
quando apenas dizes, gosto de ti.
era tempo que sobrava, ao tempo do meu viver.
Agora, o tempo, parece tão pouco,
e sem tempo fico tão louco,
no tempo que estou sem te ver.
Outrora, o meu sorriso já não sorria,
era um riso fingido, sem vontade de sorrir.
Agora, sorrio sem dar por isso,
sorrindo pareço nem ter juízo,
e rio por tudo o que estou a sentir.
Outrora, o meu olhar já nada via,
era um olhar tão vazio, era um ver tão triste.
Agora, vejo em mim este olhar,
e os meus olhos não deixam de brilhar,
por um amor que em mim existe.
Outrora, os sonhos já nem sonhavam,
era um sonhar a medo, sonhar escondido.
Agora, eu sonho até acordado,
sonhando ter-te a meu lado,
e de sonhos eu tenho vivido.
Outrora, eu amava sem ser amado.
era um amor que eu dava, e amor não recebi.
Agora, ando de amor tão faminto,
mas é tanto o amor que eu sinto,
quando apenas dizes, gosto de ti.
Amor arte, assim é amar-te....
São milhares de palavras que te escrevo, que te digo,
são tantos os poemas que falam deste grande amor.
Porque escrever e dizer, é como se fosse um castigo,
de te querer tanto, mas não poder sentir o teu calor.
E por muito que escreva e que diga, parece pouco,
para te fazer entender tudo aquilo que eu sinto.
Por vezes, achar-me-ás até um homem louco,
mas acredita, que em nada, mesmo nada, eu te minto.
É que o meu peito está tão cheio, pleno de emoções.
E o meu pensamento não consegue desligar-se de ti.
Porque tu me trazes as mais lindas e puras sensações,
os sentimentos mais nobres que algum dia eu senti.
É que até a vida se tornou bem mais interessante,
e o futuro tornou-se o espaço dos meus desejos.
Redefini em mim o conceito da palavra amante,
e percebi o amor na ausência de abraços e beijos.
Porque afinal o amor é um estado de alma em lucidez,
no encontro de dois seres numa simbiose perfeita.
E no improvável se levantam então mil porquês,
num racional que questiona, e o emocional aceita.
Mas confunde o espirito essa desejada aceitação.
Na ambiguidade entre a loucura e um forçado juízo.
Mas como se pode contrariar e negar ao coração,
tudo aquilo que afinal nos põe no rosto um sorriso.
É um ser e um não ser, quer em tudo, quer em nada,
É um deixar cada dia levar-nos para longe do passado.
É um querer caminhar sempre com o outro de mão dada,
e até o mundo é mais lindo com esse amor sempre ao lado.
É um voltar atrás no conceito pela vida desacreditado,
e parecer ser possível a plenitude desse amor numa cabana.
Porque tudo o resto nos parece poder ser dispensado,
para ficar vivendo apenas essa certeza tão insana.
Tal como os loucos vivem tão felizes na sua loucura,
e se julgam a si mesmos os donos da verdadeira razão.
Também os amantes abstractos e envoltos num véu de ternura,
se deixam conduzir pela vida nos sabores da emoção.
É por tudo isso meu amor, que não me cansarei de dizer,
que aprecio este amor como a mais bela obra de arte.
Invadiste o meu corpo, o meu sangue, todo o meu viver,
e a vida renasceu para mim, ao conhecer-te, ao amar-te.
são tantos os poemas que falam deste grande amor.
Porque escrever e dizer, é como se fosse um castigo,
de te querer tanto, mas não poder sentir o teu calor.
E por muito que escreva e que diga, parece pouco,
para te fazer entender tudo aquilo que eu sinto.
Por vezes, achar-me-ás até um homem louco,
mas acredita, que em nada, mesmo nada, eu te minto.
É que o meu peito está tão cheio, pleno de emoções.
E o meu pensamento não consegue desligar-se de ti.
Porque tu me trazes as mais lindas e puras sensações,
os sentimentos mais nobres que algum dia eu senti.
É que até a vida se tornou bem mais interessante,
e o futuro tornou-se o espaço dos meus desejos.
Redefini em mim o conceito da palavra amante,
e percebi o amor na ausência de abraços e beijos.
Porque afinal o amor é um estado de alma em lucidez,
no encontro de dois seres numa simbiose perfeita.
E no improvável se levantam então mil porquês,
num racional que questiona, e o emocional aceita.
Mas confunde o espirito essa desejada aceitação.
Na ambiguidade entre a loucura e um forçado juízo.
Mas como se pode contrariar e negar ao coração,
tudo aquilo que afinal nos põe no rosto um sorriso.
É um ser e um não ser, quer em tudo, quer em nada,
É um deixar cada dia levar-nos para longe do passado.
É um querer caminhar sempre com o outro de mão dada,
e até o mundo é mais lindo com esse amor sempre ao lado.
É um voltar atrás no conceito pela vida desacreditado,
e parecer ser possível a plenitude desse amor numa cabana.
Porque tudo o resto nos parece poder ser dispensado,
para ficar vivendo apenas essa certeza tão insana.
Tal como os loucos vivem tão felizes na sua loucura,
e se julgam a si mesmos os donos da verdadeira razão.
Também os amantes abstractos e envoltos num véu de ternura,
se deixam conduzir pela vida nos sabores da emoção.
É por tudo isso meu amor, que não me cansarei de dizer,
que aprecio este amor como a mais bela obra de arte.
Invadiste o meu corpo, o meu sangue, todo o meu viver,
e a vida renasceu para mim, ao conhecer-te, ao amar-te.
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