Não consigo,
controlar meu corpo,
talvez inquieto,
sedento do desejo...
Dos pensamentos loucos,
em que te beijo,
em que te abraço,
em que te vejo,
como sendo o meu espaço,
num murmúrio calado,
duma voz ofegante,
dum corpo suado,
de ser tão amante.
Quero-te minha,
horas, sem conta,
e o sol desponta,
no teu madrugar,
quero acordar,
no teu peito macio,
tapar-te o frio,
com meu corpo ardente,
de paixão quente,
fazer-te sentir
o amor que não vês,
e amar-te outra vez,
pelo dia inteiro,
De Dezembro a Janeiro,
entregar-me a ti,
Saciar a loucura,
Beber a ternura,
Descobrir-te por dentro,
explorar-te por fora,
Ser teu Homem,
Aqui, ali, sempre, agora,
E olhar-te sorrindo,
dando-te a mão,
perguntar-te a razão
de estar sentindo
esta inquietação.
Poesia, poemas, contos e prosas. Desabafos e pensamentos, angústias e sentimentos. Um pouco de mim....
Novidade
Brevemente, além de leres poderás ouvir os meus poemas e prosas recitados por mim e com fundo musical.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
nuances dum sorriso
Existem dias,
em que o sol me traz um sorriso...
Existem sorrisos,
que trazem sol aos meus dias...
e sorrir,
é tantas vezes necessário, e preciso...
Porque o sol,
nem sempre é sinónimo de alegrias...
Um suave sorriso,
pode acalmar a mais forte mágoa...
Um sorriso aberto,
pode fechar-nos o coração...
Um distante sorriso,
pode ver-se reflectido na água...
Um sorriso de perto,
pode bem ser decepção...
Amantes, sorrindo,
podem sentir o êxtase da paixão...
Sorrindo, pedintes,
encontram um puro alento...
Porque um sorriso,
não tem hora, lugar, condição...
Um sorriso apenas tem,
a pureza do sentimento...
Sorri, porque sorrindo,
é bem mais fácil chorar...
Sorrindo, o teu sorriso,
será o teu protector...
Sorri, mas não fingindo,
ele não sabe disfarçar...
ele é filho do puro riso,
antagonia da dor.
Nas nuances do sorriso,
em que me pus a pensar...
Ai, lembrei-me como preciso,
o teu sorriso encontrar!
em que o sol me traz um sorriso...
Existem sorrisos,
que trazem sol aos meus dias...
e sorrir,
é tantas vezes necessário, e preciso...
Porque o sol,
nem sempre é sinónimo de alegrias...
Um suave sorriso,
pode acalmar a mais forte mágoa...
Um sorriso aberto,
pode fechar-nos o coração...
Um distante sorriso,
pode ver-se reflectido na água...
Um sorriso de perto,
pode bem ser decepção...
Amantes, sorrindo,
podem sentir o êxtase da paixão...
Sorrindo, pedintes,
encontram um puro alento...
Porque um sorriso,
não tem hora, lugar, condição...
Um sorriso apenas tem,
a pureza do sentimento...
Sorri, porque sorrindo,
é bem mais fácil chorar...
Sorrindo, o teu sorriso,
será o teu protector...
Sorri, mas não fingindo,
ele não sabe disfarçar...
ele é filho do puro riso,
antagonia da dor.
Nas nuances do sorriso,
em que me pus a pensar...
Ai, lembrei-me como preciso,
o teu sorriso encontrar!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Dá-me tempo!
Porque o tempo contigo,
passa bem mais devagar,
e as horas nocturnas
parecem até nem passar,
são como doces quimeras,
com suave cheiro de jasmim,
são como mil Primaveras,
enfeitando um jardim,
E quando em ti me posso deitar
desaparecem de mim os medos
e posso contar pelos dedos,
os anos a passar!
Por favor, dá-me tempo!
Porque o tempo que eu perdi,
tentando te encontrar,
ganhei-o perto de ti,
só por te poder tocar,
Só por ver o teu sorriso,
esse encanto sem tamanho,
Mais tempo ainda preciso,
para sentir que te tenho.
Com tanto amor para dar,
Porque me sinto tão vazio,
sou como as águas de um rio,
que não encontram o mar!
Por favor, dá-me tempo!
Pega no relógio da vida,
e empurra os ponteiros para trás,
para que eu sare essa ferida,
que o próprio tempo me traz,
e por cada segundo que eu viva,
saciar contigo um desejo,
nessa boca que me motiva,
a morrer num eterno beijo,
Porque das mágoas que eu vivi,
Tenho o tempo que desprezo,
É o mesmo tempo que peço,
para ter mais para ti!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Amigos!!!
Ah! Como sou um homem de sorte!
Tenho cada vez mais amigos!
Tantos, tantos, tantos amigos,
que falam sempre comigo,
e são todos os dias mais!Amigos do peito!
Mas não encontro um jeito,
Se numa lágrima de triste cansaço,
eu precisar de um abraço,
os meus amigos virtuais,
estão sempre indisponíveis,
ocupados a fazer amizades,
numa qualquer rede social.
e de tantos, tantos amigos,
seria bom ter um que fosse real!Por um beijo....
Por um simples beijo teu...
Eu pararia o relógio,
do tempo que me consome,
esqueceria a sede,
esqueceria a fome,
e saciava todo o meu desejo
nesse simples Beijo!
Por um beijo...
Por um simples beijo teu...
Meu sangue correria nas veias,
como cavalo a galope,
num turbilhão de ideias
que até o cérebro entope,
porque mesmo dormindo eu te vejo,
e quase que sinto esse beijo.
Por um beijo...
Por um simples beijo teu...
Não me sentiria perdido,
Sem saber o que fazer,
Já nem faria sentido
estar aqui a escrever,
Seria todo ouvidos
para tua boca a chamar-me
Seria cinco sentidos
para tua boca a beijar-me!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Cansaço em mim...
Sinto-me cansado...
e o cansaço rouba-me o ser,
e o não ser tira-me vida,
e menos vida lembra-me morte,
e morte lembra tristeza,
ou triste falta de sorte.
Sinto-me vazio...
e o vazio tira-me alma,
e sem alma sou mendigo,
pobre corpo porto de abrigo,
sou quase como um deserto,
sou tão longe, sou tão perto,
sou de mim pálida imagem,
que sem espelho sou miragem...
Sinto-me só...
e a solidão traz o silêncio,
e o silêncio traz o segredo,
que murmura em meu ouvido,
uma paz que me dá medo,
de não lhe saber o sentido,
de não lhe encontrar o jeito,
de saber se no meu peito,
bate ainda velho, o coração,
como metrónomo decadente,
em ritmo decrescente,
procurando salvação.
Sinto-me... nem sei...
um pedaço do que fui
em efémero tempo de glória,
onde gritava vitória,
a cada etapa vencida,
mas do que era outrora,
sou simples sombra agora,
que clama por um pouco de vida.
Mas, se o ar que respiro,
se tornar demais para mim,
então aí eu prefiro
antecipar o meu fim,
e de cabeça bem erguida,
tombar de vida vencida,
porque a vida não me vence a mim!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Desencontros . . .
Já me cansam as lágrimas de procurar e não te ver!
Já me cansam os olhos de te ver sem te encontrar!
Dói-me o corpo e a alma na solidão de tanto te querer,
Dói-me ainda mais por saber, que nunca te deveria amar.
Sem te ver não consigo controlar esta sede de desejos!
Se te vejo parece que o meu ser salta fora de mim!
E mesmo sabendo que nunca adormecerei nos teus beijos,
Prefiro sofrer, chorar por ver-te, mesmo assim.
Eu sei que não tens culpa, de não me amar como te amo!
E que culpa tenho eu desta loucura que sinto por ti?
Só a noite e a lua sabem quantas vezes por ti chamo,
no silêncio de meu quarto vazio no qual me prendi.
Quantas vezes eu corro na ânsia de te encontrar!
As loucuras que faço só para te ver um momento!
Sabendo de antemão que apenas estou a alimentar,
e a aumentar cada vez mais este sofrimento.
Mas se tu és tudo o que na vida mais desejei,
Custa saber que para ti pouco ou nada significo.
Se tempos houve que me quiseste e eu não fiquei,
Agora que já não me queres é que eu sempre fico.
Resta-me o consolo de poder para sempre amar-te!
Mesmo que este amor nunca venha a ser correspondido!
Podem proibir-me de ter-te, de ver-te, de beijar-te!
Mas amar como te amo jamais será proibido.
Já me cansam os olhos de te ver sem te encontrar!
Dói-me o corpo e a alma na solidão de tanto te querer,
Dói-me ainda mais por saber, que nunca te deveria amar.
Sem te ver não consigo controlar esta sede de desejos!
Se te vejo parece que o meu ser salta fora de mim!
E mesmo sabendo que nunca adormecerei nos teus beijos,
Prefiro sofrer, chorar por ver-te, mesmo assim.
Eu sei que não tens culpa, de não me amar como te amo!
E que culpa tenho eu desta loucura que sinto por ti?
Só a noite e a lua sabem quantas vezes por ti chamo,
no silêncio de meu quarto vazio no qual me prendi.
Quantas vezes eu corro na ânsia de te encontrar!
As loucuras que faço só para te ver um momento!
Sabendo de antemão que apenas estou a alimentar,
e a aumentar cada vez mais este sofrimento.
Mas se tu és tudo o que na vida mais desejei,
Custa saber que para ti pouco ou nada significo.
Se tempos houve que me quiseste e eu não fiquei,
Agora que já não me queres é que eu sempre fico.
Resta-me o consolo de poder para sempre amar-te!
Mesmo que este amor nunca venha a ser correspondido!
Podem proibir-me de ter-te, de ver-te, de beijar-te!
Mas amar como te amo jamais será proibido.
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